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O que faz a diferença na Gestão do Hábito?

deise-warken

Suas crenças tornam-se seus pensamentos.
Seus pensamentos tornam-se suas palavras.
Suas palavras tornam-se suas atitudes.
Suas atitudes tornam-se seus hábitos.
Seus hábitos tornam-se seus valores.
Seus valores tornam-se seu destino.
Mahatma Gandhi

Mais importante do que saber quantos dias são necessários para cultivar um hábito novo, é fundamental entender o processo, o start para a construção de um novo hábito. Para o pacifista Gandhi tudo começa com as nossas crenças e culmina no destino que vivemos. O que acreditamos, no que acreditamos são o grande gatilho que permeiam o processo de construção de novos hábitos.

Inscreva-se na palestra Gestão do Hábito, Desperte a mudança — dia 25 de Abril, em Blumenau. Inscrições aqui!

O psicólogo Jeremy Dean fez uma pesquisa na University College London, na Inglaterra, para tentar descobrir o tempo necessário para uma mudança de hábito. Os 96 participantes da pesquisa escolheram uma atitude para converter em comportamento diário. Houve grande diversidade nos hábitos escolhidos pelo grupo, variaram entre ler 30 minutos todos os dias, correr 25 minutos a cada manhã, beber mais água por dia, comer frutas diariamente, etc. Ao final, o tempo médio para que o hábito fosse adquirido foi de 66 dias, mas em alguns casos a atitude só se tornou hábito após 254 dias e em outras bastaram 20 dias para o hábito se estabelecer.

Alguns especialistas em neurociência afirmam ser necessários 21 dias para que isso aconteça, baseados na Teoria dos 21 Dias, criada pelo médico Maxwell Maltz, um cirurgião plástico americano, famoso na década de 60 ao observar que seus pacientes só notavam as mudanças proporcionadas pela cirurgia após 21 dias de pós-operatório.

Enfim, como para tudo, no que se refere à mudança de hábitos existe uma pesquisa validando cada tese. Discutir quantos dias são necessários para essa mudança não é questão em debate na Gestão do Hábito da Mutativa. A Gestão do Hábito é uma jornada pessoal, varia com a individualidade de cada um, com o repertório e as experiências que cada pessoa carrega em sua bagagem de vida. A grande diferença para que o processo seja mais ou menos demorado está: a) no alinhamento que o hábito novo tem com as crenças pessoais e com o propósito de vida de cada um, b) na facilidade de cada um em aceitar ou resistir às mudanças, c) no quão determinada é a pessoa para superar desafios.

Cada indivíduo constrói o seu processo de mudança, mas alguns pontos podem ser comuns e facilitar a caminhada de todos: Dê um passo de cada vez! Escolha! Comece por uma pequena mudança, sinta os resultados e depois faça novas mudanças, com um passo de cada vez, seguimos a caminhar e uma mudança leva à outra. Defina uma meta! A meta precisa ser específica, definir um objetivo simples. É preciso ter claro o quanto você quer atingir, a meta precisa ser mensurável, medida. A meta também precisa ter um prazo, um quando, senão você não vai saber se já alcançou ou não a meta. É importante também ter o como esse processo vai ser construído. Não confie na memória!

Coloque um alarme no calendário eletrônico, programe o despertador, anote em um lugar que você olhe com frequência ao longo do dia, deixe que a tecnologia te alerte sobre o hábito a ser feito. Use a mente a seu favor! Mentalize o novo hábito já incorporado na sua rotina diariamente, deixe seus pensamentos te ajudarem a fazer a mudança. Acredite. Escreva sobre você e seu novo hábito!Registrar no papel ajuda o cérebro a se programar no novo comportamento.Monitore o comportamento! Anotar na agenda, num calendário, numa planilha em excel, no bloco de notas do celular, em qualquer lugar que seja visualizado diariamente se você fez ou não a atitude proposta no dia, isso ajuda na persistência e no sentimento de orgulho pelos avanços na trajetória. Celebre as conquistas!Reconhecer o esforço e as conquistas com a celebração alimenta a determinação para seguir alcançando novas metas, novas mudanças.

Tente, experimente essa diferença na sua vida e torne-se protagonista da sua história!

“Transformar um hábito não é necessariamente fácil nem rápido. Nem sempre é simples. Mas é possível.” Charles Duhigg, autor do livro O Poder do Hábito

Escrito por Deise Warken.

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Os problemas que a Minha Startup Enxuta esta solucionando

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Nunca fui o cara mais empreendedor na vida. Sempre busquei conquistar as coisas que eu achava legal para mim e que poderiam me fazer bem (financeiramente falando, inclusive) no futuro. Seja na graduação ou até nas experiências profissionais que eu tive, sempre entendi que todo esse tempo trabalhando para os outros me reservava uma experiência empreendedora para o meu futuro — até que chegou.

Workshop — Minha Startup Enxuta, dia 29 de Março, em Blumenau. Inscrições limitadas aqui.

Mas olhando para trás, fica difícil apontar, com precisão, quando exatamente eu entendi que eu poderia construir o meu próprio negócio. Na verdade sim. Depois de uns 3 anos de Universidade, comecei a me envolver em atividades paralelas aos meus estudos — voluntariado, movimento estudantil e outros grupos independentes na cidade.

Todo esse tempo no terceiro setor, pôde me proporcionar um conhecimento empreendedor riquíssimo que, por mais que eu não tivesse obrigações “com fins lucrativos”, todas me exigiam comprometimento e uma inteligência que você só aprende se expondo aos riscos de ambientes de incertezas — coisa de startups.

Assim, fui construindo essa identificação com empreendedorismo e, unindo essas experiências com a necessidade de um formato mais ‘legal’ de educação, entendi que a iscool pudesse sair do papel. Além do mais, essas experiências fora da Universidade me ensinaram tanto (e bem mais, na verdade) quanto nas salas de aula. Juntando isso aos problemas que a nossa sociedade sofre pela falta de educação de qualidade que estamos submetidos, não se restou qualquer dúvida que era nesse mar de oportunidades que eu gostaria de atuar:

Entendi que eu poderia unir o empreendedorismo no qual eu aprendi a gostar e a desenvolver com carinho junto com educação, e assim, tentar provocar alternativas para melhorar a educação da minha cidade de alguma forma.

O conceito que me permitiu avançar com a ideia da iscool foi o seguinte: a responsabilidade de ensinar é de todos e qualquer pessoa pode compartilhar os próprios conhecimentos por meio de alguns recursos mínimos. Assim, nossa proposta é explorar o potencial das pessoas e permitir que qualquer pessoa possa ensinar o que sabe para quem quer aprender.

Foi nesse sentindo que a iscool saiu do papel.

Uma breve pausa: gente, a iscool é um projeto educacional que não tem sequer 1 ano, ok? Não estou escrevendo esse texto como se ela fosse um case de sucesso do Vale do Silício, beleza? O conceito de sucesso é muito relativo e pessoal e, neste caso, ultrapassar os 650 inscritos nas nossas atividades representa um sucesso muito legal para nós =)

Entendendo que você não precisa, necessariamente, de uma experiência de CEO ou Diretor “Whatever” no seu currículo e/ou ter um diploma de uma graduação para justificar o seu interesse empreendedor. Muitas pessoas conquistam experiências empreendedoras sendo, pasmem, meros consumidores. Ou seja, essas pessoas passam diariamente por situações corriqueiras buscando por soluções para suas necessidades e, quando não encontram essas soluções, entendem que precisam criar algo do zero. Logo, viram empreendedoras para problemáticas reais nas quais elas mesmos sofreriam

Com isso, entendo que empreender é uma questão de propor soluções para problemas reais diante daquilo que você tem a disposição — sendo você empreendedor nato, melhor aluno da sala ou um simples consumidor.

Assim, na minha visão, quando você quer construir um negócio próprio, você só precisa fazer a conexão de alguns pontos e não se prender às dificuldades que surgirão no caminho. E claro, se você tiver um propósito bem claro na sua cabeça sobre a real importância da sua ideia na sociedade, as suas chances de ‘sucesso’ serão ainda maiores.

Portanto, é tudo uma questão de convergência:

Ou seja, você pode ter uma paixão muito intensa sobre uma ideia ou hobby a ponto de querer abrir um negócio próprio, mas se esse hobby não interessar aos outros, então você terá problemas.

Identificar as necessidades das pessoas é quase que um primeiro passo na construção do seu business. Eu só conectei os pontos (empreender + educação) quando eu entendi que eu teria problemas para resolver — e se estamos falando de educação, sabemos que temos um montão de problemas.

Perfeito, o que a iscool busca solucionar então? Alguns dos problemas que listamos para resolver:

  1. Um formato de educação mais independente: ou seja, um formato de educação no qual o professor ensinasse da forma que quisesse e o aluno aprendesse o que fosse realmente importante para ele. Assim, a iscoolelimina a pressão ‘de algum superior’ dizendo coomo eles têm que ensinar os alunos (e isso muitos professores enfrentam dentro de uma instituição conservadora, acredite) e também busca eliminar o fato de existir muitas matérias ‘para encher linguiça’ na grede curricular que até hoje muitos graduados não sabem o porque que tiveram que ‘aprender’ aqueles conteúdos.
  2. Renda extra e novas conexões: se eu estou dizendo que todo mundo tem algo para compartilhar e o nosso papel é operacionalizar essas condições, logo eu preciso criar uma fórmula para que, além de tudo, essas pessoas sejam remuneradas por isso. Se já não bastasse a remuneração, fazer novas conexões pode tornar as suas ideias em probabilidades ainda mais verdadeiras no futuro. O que eu to querendo dizer é que, ao invés de você ficar sentando no sofá “com a boca escancarada cheias de dentes esperando a morte chegar”, você pode compartilhar seus conhecimentos, ajudar na educação da sua cidade, ganhar uma renda extra e ainda fazer novas conexões.
  3. Temos o tempo que muitos não têm: parece que aqui nós ganharemos o nosso público-alvo. Cara, se a iscool organiza atividades educacionais para pessoas ‘normais’, é porque essas mesmas pessoas não possuem tempo ou expertise nessas construções para se preocuparem. No fim, apenas estamos dizendo o seguinte: se preocupe apenas com a sua apresentação e o resto é com a gente.

Esses foram apenas alguns pontos em que eu pensei na hora de focar nossas soluções, mas sei que as necessidades poderão mudar e saber identificar novas oportunidades será essencial na vida da iscool.

Empreender é basicamente resolver os problemas de outras pessoas por meio de soluções sustentáveis. Uma vez que você possui alguma solução em que poderá mudar a vida de outra pessoa positivamente, então você será remunerado por isso.

Pergunte para as pessoas chaves no seu mercado foco o que elas fazem, como elas buscam informações sobre os serviços e produtos que você quer oferecer, faça pesquisas de mercado, teste protótipos, valide algumas hipóteses e ouça as pessoas. São apenas algumas dicas para você entender as necessidades do seu público-alvo.

Portanto, se eu posso recomendar um bom começo para o seu business daqui para frente, busque entender qual é o problema que você está querendo resolver e trate de resolvê-los da melhor forma possível — sem se prender as primeiras dificuldades que você encontrar.

Naturalmente, a iscool é uma plataforma que se desenvolve e (com menos intensidade) busca se reinventar o tempo todo. Essa necessidade de se desenvolver entendendo os problemas dos outros e até buscando outras propostas de solução além da educação, me faz entender que a iscool é uma ideia que esta se preparando para encarar os desafios do mundo empreendedor.

Produto pronto é melhor que produto perfeito, não se esqueça disso. Enquanto você busca pela perfeição, seu concorrente poderá oferecer uma solução que substituirá seu perfeccionismo e, em muitos casos, o pioneirismo leva sempre a melhor.

Então é isso gente. Bora construir ideias legais e divertidas, mas que estejam alinhadas com o que as pessoas estão precisando.

Um forte abraço.

Por Rodrigo Oneda Pacheco, fundador da iscool.

4 Métricas A Analisar Para Vender Mais

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Em vez de se preocupar com informação demais a ser analisada, que pode até mesmo nos deixar paralisados, fique atento a estas 4 métricas que explicam tudo:

1 — Número de oportunidades abertas no total e por vendedor
Esta métrica vai lhe dar um benchmark de quantas oportunidades cada vendedor deveria ter abertas.

O que fazer com esta informação:
Cada vendedor deve ter um número suficiente de novas oportunidades para também ter negociações suficientes no pipeline. O número certo de leads vai lhes dar a chance de bater metas sem que fiquem sobrecarregados.

Aliás, esta métrica também lhe ajuda a perceber, caso os vendedores estejam sobrecarregados, que está na hora de contratar mais gente.

Procure, então, olhar para seu histórico: Quantos leads tinham seus melhores vendedores em determinado período de tempo? Havia um segmento mais frequente?

2 — Valor das oportunidades
O que fazer com esta informação:
Quando você percebe que o valor das negociações começa a sair de um padrão, se for para mais, você pode conferir o que está sendo feito para replicar e conseguir ainda mais oportunidades como esta; se for para menos, sua investigação pode descobrir, por exemplo, que muitos descontos estão sendo dados para ganhar a oportunidade.

3 — Ciclo de vendas
Verifique quanto tempo leva para seu time vencer uma oportunidade e, sempre que possível, quanto tempo a oportunidade fica em cada estágio.

O que fazer com esta informação:
Você pode descobrir quão rápidas estão as negociações e quando elas estão no caminho certo ou enfrentando problemas. Por exemplo: uma oportunidade que está em um mesmo estágio por 3 vezes mais tempo que o normal precisa de atenção, certo?

4 — Percentual de oportunidades concretizadas (ganhas) no total e por vendedor
Calcule desta forma: Oportunidades ganhas / (Oportunidades ganhas + Oportunidades perdidas)

O que fazer com esta informação:
Primeiramente, lembre-se que percentuais altos não necessariamente são uma coisa boa. Da mesma forma, percentuais baixos não são exatamente algo ruim. Por exemplo: se o percentual de oportunidades ganhas é alto, talvez seu preço de venda esteja muito baixo…

Convém, ainda, avaliar o que fazer para melhorar os percentuais de fechamento do time: precisa-se de um treinamento adicional? Deve-se melhorar o processo de demonstração? Há muitos vendedores atuando numa mesma área? Há diferença entre oportunidades provenientes de indicações, divulgações, automação de vendas ou prospecções internas?

E o vendedor com melhores percentuais de oportunidades ganhas, não tem uma quantidade baixa de oportunidades? Ou então: quem tem percentuais mais baixos, pelo menos, concretizou oportunidades de valor mais alto?

Convém também aproveitar o cálculo desta métrica para conferir o total de oportunidades fechadas (tanto ganhas quanto perdidas). Como você já calculou este número para usar na fórmula acima, você já pode analisar as seguintes informações:

– Os vendedores não estão se estendendo demais em oportunidades que não valem a pena?
– Mudou a forma de qualificar os leads para considerá-los oportunidades?
– Os números mudaram por conta de gente menos experiente que entrou na equipe?
– Será que os vendedores estão registrando os dados corretamente em seu sistema?

Lembre-se que, mais que dizer que os números estão altos, baixos, bons ou ruins, as métricas servem para informar. Use as informações para promover melhorias em seus treinamentos, processos, sistemas e venda mais!

Por Eduardo Lara.

A importância da Proposta de Valor para o Varejo

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Em tempos conturbados para o varejo, se faz necessário uma reflexão: o modelo de varejo praticado atualmente é sustentável para o perfil de clientes atuais?

Dia 17 de Maio faremos uma palestra sobre Inovação no Varejo, que tal aprofundar seus conhecimentos com a gente? Inscreva-se aqui!

Vamos fazer uma reflexão sobre PROPOSTA DE VALOR e como ela é importante para o varejo nesses dias atuais. 5 pontos são fundamentais para uma proposta de valor clara e coerente com uma empresa de varejo, veja abaixo:

1 — CONHEÇA O SEU CLIENTE

O primeiro passo para uma proposta de valor clara é identificar o seu segmento de clientes. Para identificar o qual é o seu segmento de clientes você deve responder as seguintes perguntas:

  • Qual é o perfil das pessoas que se interessam pelo produto que vendo? (idade, gênero, poder aquisitivo, local onde moram)
  • Quem são as pessoas que observam o valor no produto que vendo?
  • Quais as suas característica? (compram online?, andam de ônibus?, quais redes sociais utilizam?, etc.)

Segmentar o seu público auxilia no mapeamento das oportunidade de como a sua empresa pode ajudar a resolver os problemas desses clientes. E ao ter essa visão da necessidade do cliente, pode-se planejar de forma mais eficiente suas estratégias de marketing, venda e até entrega do produto.

2 — TENHA EMPATIA PELO SEU CLIENTE

Saber se colocar no lugar do cliente é uma habilidade essencial para construir grandes propostas de valor. Ser empático com o seu cliente, significa identificar quais são os problemas que ele enfrenta no dia a dia e como a sua empresa, sem ser presunçosa, pode auxiliá-lo.

A empatia ajuda a criar uma reflexão sobre o que é realmente importante para o cliente e a partir dessa visão humanizada da necessidade do seu cliente você pode projetar experiências e propostas de valor que realmente terão significado emocional e que irão gerar uma legião de fãs para a sua empresa.

3 — DEFINA O QUE É VALOR PARA A SUA EMPRESA

A definição de valor para cada empresa pode ser muito sugestiva, isso vem do fato que exitem diversas forma de valor para os mesmos segmentos de varejo. Você pode definir que o valor principal da sua empresa é a experiência de compra do seu cliente, pode ser o preço baixo, pode ser o atendimento domiciliar, pode a exclusividade. O importante é que esteja claro, qual é o valor que você quer entregar ao cliente. Esse valor também será explicitado a partir do conhecimento que você tem do mercado em que quer atuar e se estão alinhados com o perfil do seu cliente.

Exemplos de propostas de valor:

  • Eately São Paulo: Proposta de valor baseada em experiência de compra.
  • Livraria Saraiva: Proposta de valor baseada em integração da compra online com a loja física.
  • Casas Bahia: Proposta de valor baseada nas condições de pagamento.

4 — DEFINA SEU MODELO DE NEGÓCIO

É necessária ter estratégia para a entrega da sua proposta de valor e definição desta estratégia vem a través da construção do seu modelo de negócio. Definir o seu modelo de negócio é a essência de como a sua loja poderá se destacar no mercado. Além da proposta de valor e do segmento de cliente defina:

  • Quais são os canais que a sua empresa utilizará para comunicar, vender e entregar a sua proposta de valor.
  • Como você irá manter os clientes engajados com a sua proposta de valor e manter o relacionamento com a sua marca.
  • Quais são a principais atividades no seu dia a dia para construir e entregar a proposta de valor?
  • O que você irá precisar de recursos físicos, financeiro, conhecimento e de pessoas para atender o seu segmento de clientes.
  • Quem são os parceiros que irão te ajudar neste desafio.
  • Quais são os custos que você terá para manter e entregar essa proposta de valor.
  • E o mais importante e consequência de todas essas definições que vimos: Como você irá gerar fontes de receita através da entrega desta proposta de valor. *
  • Grande oportunidade de inovar e encontrar formas diferenciadas de capturar valor (money) do seu cliente.

Concluindo, ter uma proposta de valor definida para a sua loja irá auxiliar em toda a sua estratégia de mercado e com certeza irá ajudar você a tomar melhores decisões em tempo de recursos escassos. Pense, o que o cliente realmente vê de valor na sua empresa? Isso lhe dará grande oportunidade de buscar estratégias para o seu negócios.

Ferramentas que ajudarão você definir sua proposta de valor:


Dia 17 de Maio faremos uma palestra sobre Inovação no Varejo, que tal aprofundar seus conhecimentos com a gente? Inscreva-se aqui!

Texto escrito por: Odair da Rosa, sócio proprietário da Domine Criativação.