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Chegou a hora de você fazer uma revolução financeira em sua vida

Educação Financeira

Nossa relação com o dinheiro é mais forte e poderosa do que imaginamos. Seja você uma pessoa ambiciosa ou adepta da frugalidade, você precisará de dinheiro.

O curioso é que grande parte das pessoas não mede esforços para obtê-lo, mas essas mesmas pessoas não costumam se importar em cuidar bem desse dinheiro obtido, inclusive, para multiplicá-lo.

Um paradoxo, sim; e mais real do que também imaginamos. O motivo? Falta de conhecimento, tanto de si mesmo, como do mundo dos negócios e dos produtos que o mercado financeiro oferece.

Workshop sobre Educação Financeira – Vida Próspera Livre de Dívidas: 08 de Fevereiro, aqui na isCool!

O motivo de não cuidarmos bem do nosso dinheiro

Na educação financeira, existem duas grandes verticais de estudo, que são as finanças comportamentais (psicologia financeira), e as finanças técnicas (formas de investimento e multiplicação de capital).

Elas são complementares, e conhecer uma sem a outra, pode significar prejuízos para o seu bolso (ou no melhor caso, um crescimento bem lento do seu patrimônio). Só que somos seres emocionais, e com isso, o maior peso em termos de resultados, recai sobre as finanças comportamentais.

Você pode até compreender bem qual é o melhor título público para você aplicar o seu dinheiro, agora que a curva de juros do país está em declínio e considerando que você tem objetivos no médio prazo, mas se você não tiver disciplina para poupar o necessário, sua meta nunca será atingida.

Existem vários sabotadores no caminho do enriquecimento saudável. Alguns deles estão dentro de você, outros estão nas armadilhas do consumo, outros na pressão social pela aparência de sucesso (status), etc.

Se você não controlar bem a simples regra das finanças pessoais, que é gastar menos do que se ganha, e investir com regularidade e inteligência, você não vai alcançar suas metas. Pior, você poderá ser dependente das dívidas, e até experimentar a falência completa.

Saiba mais sobre a importância de se preparar para a aposentadoria aqui: Workshop – Aposentadoria Fantástica, 18 de Março aqui na isCool!

As consequências (perigosas) de não cuidar do seu dinheiro

A questão mais delicada de tudo isso é que não podemos nos esquecer do primeiro parágrafo desse texto. Nossa relação com o dinheiro é mais forte e poderosa que imaginamos.

Se por um lado, a presença abundante do dinheiro, sem o devido preparo mental, pode causar desequilíbrios e consequências desastrosas; a falta dele, que é algo muito mais comum, também desencadeia vários tipos de problemas, de forma direta ou indireta.

Quando, por exemplo, pesquisamos quais são as principais causas de divórcio, o dinheiro não costuma aparecer no início das listas. No entanto, os motivos principais, como falta de respeito mútuo e relações extraconjugais, possuem relação indireta com o modo como o dinheiro é gerenciado no lar.

A dificuldade na manutenção de um padrão mínimo de conforto para a família pode levar as pessoas a estados depressivos,  crônicos inclusive, que podem evoluir para quadros mais severos.

Uma família que precisa lidar com uma redução brusca de um padrão de vida que era confortável, é outro exemplo gerador dos mais variados conflitos familiares, que podem se estender para outras esferas da vida, como a profissional.

Os benefícios (duradouros) de uma vida financeira equilibrada

Se por um lado, os cenários descritos são tristes e doloridos, temos também o outro lado dessa história, que é repleta de alegrias e experiências positivas que o dinheiro pode oferecer.

Pessoas bem preparadas, psicologicamente e tecnicamente, têm muito mais condições de utilizarem o dinheiro que ganham ao seu favor, não apenas para alcançar os objetivos pessoais, mas também para estar à frente de projetos que beneficiam outras pessoas.

Elas conseguem direcionar bem suas vidas profissionais, para gerarem valor para a sociedade, recebendo mais recursos financeiros por isso. Como consomem de forma responsável, sabendo diferenciar os desejos das necessidades, elas conseguem poupar e viver bem.

Essas pessoas educadas financeiramente, conhecem bem o mercado financeiro e o mundo dos negócios. Elas multiplicam esse dinheiro poupado de maneira constante e com eficácia.

Com o crescimento patrimonial, elas têm condições de realizarem seus objetivos de curto, médio e longo prazos, desde prover conforto e boa educação familiar, até criar empresas e auxiliar no enriquecimento da nação.

E aquelas pessoas que possuem um estilo de vida frugal, aplicando os mesmos conceitos, mantém seus objetivos de uma vida simples, porém equilibrada, onde podem utilizar melhor o seu tempo para desenvolver os projetos que fazem sentido para elas.

Texto Original Aqui.

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Ensino, logo aprendo. Compartilhe o que você sabe, mesmo não sendo um especialista

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Uma vez me perguntaram se o modelo de educação que a isCool promove tem de fato algum valor. Primeiramente eu fiquei um pouco assustado porque, acima de tudo, eu não sou pedagogo e isso me limita um pouco para responder esses tipos de questionamentos mais técnicos ou setoriais.

Mas ao mesmo tempo, percebo que a resposta para essa pergunta pode ser feita de várias maneiras, todas justificando os desafios que o modelo proporciona ao mesmo tempo enfatizando sobre os benefícios que ele promove para os outros.

Resumindo, é o seguinte: sim, eu aposto nesse modelo! Eu simplesmente acredito que a educação ela pode ser muito mais simples e direta comparada ao modelo tradicional que temos desde a infância. E entendendo essa lógica, uma forma de permitir que a educação vire algo mais acessível para as pessoas e descentralizar a responsabilidade de alguns agentes sociais importantes na sociedade (professores e políticos, por exemplo) e emponderar pessoas comuns e dizer que elas, também, tem esse dever de compartilhar conhecimentos com outras pessoas.

Ou seja: não é só um professor ou um político que são responsáveis por um país melhor por meio da educação. Nós, como cidadãos, também temos esse dever e nada mais justo do que assumir essa bronca com eles.

E quando você vê uma ‘pessoa normal’ assumindo o papel de um professor em frente a uma turma de 20 ou 30 pessoas, é porque você entende que a educação simples e acessível é muito possível de realizar.

Assim, reforço a minha crença que sim, o modelo da isCool faz muito sentido. Pelo menos para mim.

Mas se eu não sou um especialista, por que eu deveria ensinar alguém?

Primeiro, você não precisa ser um especialista para compartilhar seus conhecimentos com alguém. Até porque, se pararmos para pensar nessa lógica, há muitos especialistas dentro de uma Universidade e ainda assim, esses ambientes não são perfeitos. Seja pela didática mal feita, pelo salário mal pago ou pela estrutura precária, o fato do professor ser especialista não garante nada – por mais que possa ajudar bastante.

Assim, toda vez que alguém vem compartilhar algum conhecimento com a isCool, a gente fala o seguinte: “cara, não importa o que você sabe e o quanto isso pode ser importante para alguém, uma vez que você tem sangue no olho e vontade de impactar as pessoas, nosso papel é fazer isso acontecer. Não julgamos conhecimento, mas trabalhos a força de vontade.” Tá, ok. Não é exatamente nessas palavras, mas essa é a mensagem.

Uma sugestão bem interessante para quebrar essa pira é entender o que Sean McCabe, um letrista e designer tipográfico que construiu uma comunidade de milhares de pessoas, disse uma vez:

“Não se precisa ter uma audiência para ensinar, e nem se precisa ser um especialista. Se constroi uma audiência e se é visto como um especialista AO ensinar.”

— Sean McCabe, (@seanwes) 9 de junho de 2014

O cara que cria sua audiência desenvolvendo experiências de educação se torna uma referência mais rápido do que aquele que espera a excelência como um ponta pé inicial. Ora, eu mesmo já realizei 5 workshops pela isCool (e to montando outro) para falar de empreendedorismo e o máximo de empreendedorismo que eu cheguei foi presidir uma ONG na minha cidade até criar a isCool de fato.

Ou seja, eu não precisei ter um status de grande sucesso para ajudar outras pessoas. Eu entendi que o meu conhecimento poderia ajudar pessoas que ainda estavam aprendendo sobre empreender e montei uma apresentação para ela. Logo, fui me tornando uma referência para elas e as coisas foram tomando proporções maiores – inclusive surgindo convites para palestras e TEDx. Do caralho!

Não há problema em não saber todas as respostas, e tudo bem cometer erros. Ao vermos o processo sob a perspectiva de “compartilhar o que se sabe” isso abre o espaço para que nos sintamos confortáveis para errar, mudar de opinião e compartilhar o conhecimento no contexto da própria experiência. Não torna o processo em nada menos valioso para os “alunos”, mas pode ser mais fácil começar encarando assim.

Ensino, logo Aprendo

Meu, frase baita clichê, e não sei o que. Mas cara, faz todo o sentido. E faz ainda mais sentido quando a gente coloca essa frase em baixo da nossa logo. Genial! Essa ideia faz a gente acreditar ainda mais no que fazemos e não é só a gente que pensa assim.

Essa pesquisa mostrou que quando explicamos algo, entendemos melhor nós mesmos. O processo de ensinar ajuda a reconhecer falhas em nossa própria compreensão e a organizar melhor a informação em nossas mentes.

Também assimilamos melhor as informações novas quando estamos cientes de que as estaremos ensinando no futuro. Isso parece ocorrer por que é uma forma diferente de focar o material de aprendizado. Sabemos que precisamos prestar atenção aos pontos mais importantes e organizá-los em nossas mentes quando precisamos ensinar aquilo a alguém.

Na isCool, acreditamos que você aprende ensinando tanto quanto quem apenas aprende. E isso é o nosso maior propósito. A partir do momento que você está exposto a um desenvolvimento a partir do seu próprio conhecimento, chegou a hora de colocar tudo isso para fora!

E não precisa ser somente com a gente não, fica frio. Explore outras perspectivas. Mesmo que você tenha uma audiência de zero pessoas, comece o blog, o podcast ou a criar vídeos para compartilhar os conhecimentos que você está aprendendo. Você colherá os benefícios em seu próprio processo de aprendizado, não importa se você já está ajudando os outros ou não.

E por fim, ensinar te faz virar uma referência de acordo com a audiência que você constrói além da dedicação que você deposita nos conteúdos que você desenvolve. O reflexo pode ser imenso, inclusive na sua marca comercial.

Quando você cria conteúdo útil em termos práticos, isso o ajuda a consolidar uma audiência melhor do que qualquer outro tipo de conteúdo.

Como James Clear já apontou, pessoas bem sucedidas começam antes de se sentir prontas. Ensinar não é exceção.

Não se preocupe com ter atingido o status de “especialista”, ou com o tamanho de sua plateia. Coloque o foco no que já aprendeu, e no que está aprendendo agora, e em como seria possível compartilhar essas lições de forma a ajudar os outros. Pode ser útil imaginar que se está ensinando a si mesmo no passado, antes de se ter aprendido tudo isso.

Comece a compartilhar o que sabe. E não esqueça que sempre há alguém que sabe menos que você. Vá ajudá-los. Conhecimento só tem valor se for compartilhado.

O resto é resto.

Rodrigo Oneda Pacheco
Diretor de Mim Mesmo na isCool

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13 Modelos de Receita para a sua Empresa

validação de receita consumidor

No último dia 20 de Janeiro, estivemos numa palestra realizada pelo Profº Carlos Eduardo Bizzotto, no qual foi fundador e primeiro presidente do Instituto Gene, sobre modelos de receita para empresas. A iniciativa foi do próprio Instituto Gene que promoveu o encontro gratuitamente para a galera que estava disposta a conhecer diferentes modelos de receita que poderiam encaixar bem no seu bussiness.

Assim, resolvemos escrever esse post para compartilhar o que aprendemos ontem e complementar algumas das visões que vimos com a galera para que vocês possam desenvolver seus próprios modelos individualmente.

Foque no Modelo de Negócio e não no Produto

Esse foi um dos primeiros insights que tivemos ontem e foi bem interessante. Uma visão super simples da importância que temos que ter sobre o modelo  de negócios que estamos tocando mas que, muitas vezes, empreendedores apenas se preocupam com o produto/serviço em si – seja ele tecnológico ou não. Resumindo, é o seguinte: não basta você ter um produto massa se ele não for útil e sustentável comercialmente.

Um exemplo para essa conversa é o MP3. Até ele ser o que é hoje e ter mudado completamente a forma como consumimos músicas dos anos 90 em diante, ele era uma tecnologia um pouco desconhecida e pouco explorada comercialmente [quer saber mais sobre o MP3? Dê um Google aí e leia sobre Karlheinz Branderburg]. Com seus avanços, foi necessário um modelo diferente para entender que o MP3 em si poderia ser muito mais útil para as pessoas.

Assim surgia o iTunes, um software online que permitia a comercialização de MP3 a baixo custo e o seu consumo dentro de um hardware chamado iPod. Essa combinação moldou o comportamento de milhões de pessoas ao redor do mundo até chegar nessa frenética onda de consumo de produtos da Apple que temos hoje.

Entendendo o seu Modelo de Receita

Considerando a ideia de entender e desenvolver constantemente o seu modelo de negócios, é legal perceber que o nosso modelo tem uma origem e que fluxos de receita surgem para apontar para nós, quais que representam maior lucratividade e que mais interessam para a empresa. Assim, temos:

 

MODELO DE RECEITAS

 

Esses fluxos são identificados nos modelos de receita que criamos dentro do nosso modelo de negócio. E indo por este caminho, você já deve ter realizado algum tipo de Canvas, ou alguma outra técnica para desenvolvimento de modelos de negócio, né? É essencial para você, como empreendedor, caprichar nessas técnicas e entender mais sobre o seu próprio negócio.

Mas cuide: essas ferramentas são super didáticas e divertidas de construir, maaaas você vai precisar colocar em prática o que foi desenvolvido nessas ferramentas e levar as informações do modelo a sério. Tem muita gente que esquece essa parte e depois diz que o processo não vale a pena. Abre o olho, manézão.

Ou seja, sendo via Canvas ou qualquer outro método para construção de modelo de negócios, de alguma forma você precisará saber responder algumas perguntas importantes para o seu próprio negócio. Como:

  • O que é?
  • Para quem serve?
  • Por que ele existe?
  • Como ele funciona?

O próprio Canvas é dividido de uma forma que você consiga responder cada uma dessas perguntas, então se jogue e faça o seu melhor!

Voltando para o modelo de receitas, um exercício simples e que pode te auxiliar nessa construção de alternativas para o caixa da sua empresa é pensar no seguinte.

  • Quais são os modelos de receita que temos atualmente?
    • E em seguida: quais os modelos de receitas que poderemos construir para o futuro?

Assim, provavelmente você desenvolverá algumas hipóteses sobre esses potenciais modelos de receita que a sua empresa poderá ter daqui para frente, logo:

 

ASSIM

 

O último quadrante é o mais importante. A partir do momento que você identificar novos modelos de receita, é hora de desenvolver hipóteses desses modelos (dúvidas, coisas que poderão ou não mostrar que o seu modelo é útil para o seu negócio) e assim ir adaptando com os feedbacks que você for analisando, deixando o produto 100% no final para o seu cliente.

E sobre validação, também discutimos sobre isso na palestra e foi bacana entender que o importante dessa validação (pesquisa e desenvolvimento na prática) é você saber fazer as perguntas certas e entender o problema que o consumidor passa.

validação de receita consumidorO que acontece, muitas vezes, é que o empreendedor oferece uma solução pronta para o cliente e pergunta se isso poderá ser útil para ele. Ou pior, faz a seguinte pergunta: o que você quer?

E é aqui que o pau come: muitos consumidores não sabem o que eles querem e entender a fundo o seu problema, a experiência que ele tem com aquele problema específico, fará muito mais sentido para você e o seu produto/serviço do que uma pergunta simples assim.

 

 

Ou seja: o nosso papel como empreendedor é desenvolver uma solução interpretando o problema que o cliente está passando e assim apresentar uma solução. E não simplesmente apresentar o que o cliente “acha que quer”.

 

13 Modelos de Receita

Bom, chegamos aos 13 de modelos de fato. De acordo com o Bizzotto, existem outros modelos por aí e que você pode complementar o seu estudo  também, mas neste caso da palestra, ele abordou esses 13 e fizemos algumas anotações para compartilhar com a rede. Segue o jogo!

  1. Isca e Anzol: o produto básico é barato ou é oferecido de graça. O “refil”, necessário para utilizar o rpoduto, é vendido cara e com altas margens de lucro. Exemplos: Gilette, HP, Nestlé e Apple/iPod (no caso da Apple, é ao contrário: o produto é caro e para abastecê-lo com apps e etc., os serviços são mais baratos).
  2. Assinatura: o cliente paga um valor mensal/trimestral/semestral para ter acesso a um produto/serviço. Exemplo: Netflix, Dollar Share Club, isCool – Cloob.
  3. Freemium: nesse modelo, o cliente tem acesso grátis a uma versão básico do produto ou serviço, mas tem que pagar por funcionalidades adicionais. Exemplo: Skype, Dropbox, LinkedIn.
  4. Free: o produto ou serviço não é cobrado do usuário final (diretamente). Os dados dos usuários e a atenção dos usuários são o pagamento. Exemplo: Google, Facebook e Snapchat.
  5. Peer to peer: modelo baseado no “matchmaking” entre oferta e demanda, diretamente entre os interessados. Exemplo: UBER, Lyft, Banca Club, Airbnb.
  6. Self Service: aqui, parte do processo de criação do produto ou serviço é realizado pelo cliente. Esse modelo reduz custo que não agrega valor ao cliente ou reduz tempo para a empresa. Exemplo: IKEA, McDonald’s, Accor Hotels (Ibis).
  7. Leilão: nesse modelo, o preço de um produto ou serviço não é determinado apelas pelo vendedor, mas os compradores também influenciam fortemente o valor final. Exemplo: eBay, Mercado Livre, MyHammer.
  8. Crowdfunding: envolve a terceirização do financiamento de um projeto para um determinado público. Exemplo: Cassava Film, MovPack.
  9. Long Tail: o modelo se concentra em vender pequenas quantidades de uma grande variedade de produtos. Exemplo: Amazon, Apple.
  10. Pay as you go: o efetivo de um serviço ou produto é medido e cobrado do cliente. Ex: CELESC, Pay Per Click, Daimler/Car2Go.
  11. Aluguel: você aluga um produto ao invés de vendê-lo para alguém. Ex: Xerox.
  12. White Label: o produto não tem uma marca específica, sendo vendidos para outras empresas, com diferentes marcas. Exemplo: Foxconn, Supermercados que vendem produtos com suas marcas mas que são produzidos por terceiros.
  13. Venda de Informações: aqui, você utiliza informações relacionadas aos clientes cadastrados para vender para outros clientes. Exemplo: Amazon, Google, Facebook, RD.

Independentemente do modelo que você tem e dos modelos que você poderá ter daqui em diante, a regra da validação é essencial: antes de sair vendendo por aí, tente conversar mais com o seu público-alvo, entenda os problemas que eles passam com um determinado problema e pense na possibilidade de validar o que você tá oferecendo para um grupo menor de consumidores.

Entendendo os problemas que você tá buscando resolver e oferecendo a melhor solução para isso, o sucesso é praticamente garantido.

Fique ligado nos nossos workshops sobre empreendedorismo. Nos próximos dias, publicaremos algumas opções legais para você mergulhar de cabeça no seu negócio e desenvolver mais a sua ideia com a gente.

Um abraço e bons negócios.

Rodrigo Oneda Pacheco – fundador da isCool.

14 eventos que vão agitar a educação em 2017

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Um dos trabalhos mais legais na área da educação brasileira que inspirou muito o nosso trabalho aqui na isCool – o Caindo no Brasil – montou essa agenda com 14 opções de eventos no mundo da educação em 2017 que pensamos que você poderia gostar de saber. Veja abaixo a seleção que a galera do Caindo no Brasil fez e marque na agenda o seu preferido.

 

A educação transformadora está em alta no Brasil. Além de mais iniciativas, soluções e histórias sendo construídas, uma das coisas mais legais desse movimento é a quantidade de eventos que apresentam as novidades e reúnem quem está fazendo a diferença. Criamos uma lista com os principais eventos em educação de 2017 para você já anotar na agenda. Se tiver dicas que não colocamos aqui, envie pra gente!

JANEIRO

Fonte:: https://goo.gl/v9HLdY

Campus Party Brasil: o maior encontro de tecnologia da América Latina está abrindo cada vez mais espaço para a área de educação e inovação. O evento acontece entre 31 de janeiro e 5 de fevereiro em São Paulo. A agenda e informações sobre os ingressos podem ser vistos no site oficial.

FEVEREIRO

Educação e Transformação: co-criado por nós em parceria com a Multiversidade e O Panda Criativo (os criadores do Festival Path), o evento reunirá educadores e especialistas em painéis sobre cidades educadoras, educação na mídia, inclusão, famílias e empatia. O encontro acontecerá no dia 11 de fevereiro no Hilo Coworking. Mais informações em breve 🙂

MARÇO

Semana de Educação da FEUSP: os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) reunirão quem está fazendo a diferença na área para uma semana acadêmica dentro da universidade entre 23 e 27 de março. Confira a programação no site oficial.

1º Congresso Nacional de Ensino por Competências (CONAECOM): online e gratuito, o evento reunirá os principais profissionais na área do ensino por competências em 28 palestras entre os dias 20 e 26 de março. Inscreva-se em conaecom.com.br.

ABRIL

I Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação: Quais são os desafios de educar com qualidade no século 21 e quais estratégias podem ajudar nessa missão? O encontro acontecerá no dia 8 de abril, em Campinas. Veja mais informações no Porvir.

MoodleMoot Brasil: é uma conferência realizada em vários países do mundo, dedicada aos usuários, desenvolvedores e administradores do Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem Moodle. O encontro acontecerá na Universidade Mackenzie, em São Paulo (SP) nos dias 27 e 28 de abril. Confira o evento no Facebook.

MAIO

Espaço da LAJE Educação no Festival Path 2016

Festival Path: o maior festival de inovação e criatividade do Brasil acontece nos dias 6, 7 e 13 de maio. Ele vai reunir mais de 100 palestras, shows e outras atrações no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Saiba mais em festivalpath.com.br. O Caindo no Brasil é curador da área de educação do evento, junto com Alex Bretas (Multiversidade).

BETT Brasil Educar: um dos principais eventos sobre tecnologia e educação do Brasil, vai reunir 152 atividades que abordarão desde prática na sala de aula até questões de gestão e de políticas públicas em São Paulo entre os dias 10 e 13 de maio. Veja mais informações em bettbrasileducar.com.br.

JUNHO

Encontro das Américas (ENA): encontro bianual que reúne 100 educadores que trabalham com educação alternativa em vários países das Américas. O evento acontece em Brasília nos dias 12 e 13 de junho.

CONANE: a Conferência Nacional de Alternativas para uma Nova Educação teve sua primeira edição em 2013, reunindo mais de 400 pessoas que trabalham com educação alternativa no Brasil. Depois de diversas conferências regionais que aconteceram em 2016, a CONANE Nacional acontecerá logo depois do ENA, entre os dias 15 e 17 de junho, também em Brasília. Confira mais em conane.pro.br.

SETEMBRO

23º CIAED: Congresso internacional ABED de Educação a Distância falará sobre metodologias ativas e tecnologias aplicadas à educação em Florianópolis (SC) entre 27 e 30 de setembro. Saiba mais em: ww.abed.org.br/hotsite/23-ciaed/pt/apresentacao.

Se você gosta de tecnologia e educação, já deixe a agenda preparada para a Campus Party Recife e para o Brasil Edtech (que acontecerá em São Paulo). Os dois eventos serão em setembro, mas ainda sem datas definidas.

OUTUBRO

CBIE 2017: o VI Congresso Brasileiro de Informática da Educação reunirá o ecossistema de educação e tecnologia para promover discussões e propor soluções para melhorias na educação com o apoio de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) provavelmente em outubro. Confira como foi o evento do ano passado.

QUER MAIS?

Se você curte eventos científicos, confira essa agenda com centenas de encontros acadêmicos que acontecerão em 2017.

Fonte: Caindo no Brasil.