Criativo x Empreendedor: 4 dicas para a criatividade no seu negócio

Turma da Univali participa de um diálogo sobre mercado de trabalho e educação aqui na isCool

Chegou a hora de você fazer uma revolução financeira em sua vida

Nossa relação com o dinheiro é mais forte e poderosa do que imaginamos. Seja você uma pessoa ambiciosa ou adepta da frugalidade, você precisará de dinheiro.

O curioso é que grande parte das pessoas não mede esforços para obtê-lo, mas essas mesmas pessoas não costumam se importar em cuidar bem desse dinheiro obtido, inclusive, para multiplicá-lo.

Um paradoxo, sim; e mais real do que também imaginamos. O motivo? Falta de conhecimento, tanto de si mesmo, como do mundo dos negócios e dos produtos que o mercado financeiro oferece.

Workshop sobre Educação Financeira – Vida Próspera Livre de Dívidas: 08 de Fevereiro, aqui na isCool!

O motivo de não cuidarmos bem do nosso dinheiro

Na educação financeira, existem duas grandes verticais de estudo, que são as finanças comportamentais (psicologia financeira), e as finanças técnicas (formas de investimento e multiplicação de capital).

Elas são complementares, e conhecer uma sem a outra, pode significar prejuízos para o seu bolso (ou no melhor caso, um crescimento bem lento do seu patrimônio). Só que somos seres emocionais, e com isso, o maior peso em termos de resultados, recai sobre as finanças comportamentais.

Você pode até compreender bem qual é o melhor título público para você aplicar o seu dinheiro, agora que a curva de juros do país está em declínio e considerando que você tem objetivos no médio prazo, mas se você não tiver disciplina para poupar o necessário, sua meta nunca será atingida.

Existem vários sabotadores no caminho do enriquecimento saudável. Alguns deles estão dentro de você, outros estão nas armadilhas do consumo, outros na pressão social pela aparência de sucesso (status), etc.

Se você não controlar bem a simples regra das finanças pessoais, que é gastar menos do que se ganha, e investir com regularidade e inteligência, você não vai alcançar suas metas. Pior, você poderá ser dependente das dívidas, e até experimentar a falência completa.

Saiba mais sobre a importância de se preparar para a aposentadoria aqui: Workshop – Aposentadoria Fantástica, 18 de Março aqui na isCool!

As consequências (perigosas) de não cuidar do seu dinheiro

A questão mais delicada de tudo isso é que não podemos nos esquecer do primeiro parágrafo desse texto. Nossa relação com o dinheiro é mais forte e poderosa que imaginamos.

Se por um lado, a presença abundante do dinheiro, sem o devido preparo mental, pode causar desequilíbrios e consequências desastrosas; a falta dele, que é algo muito mais comum, também desencadeia vários tipos de problemas, de forma direta ou indireta.

Quando, por exemplo, pesquisamos quais são as principais causas de divórcio, o dinheiro não costuma aparecer no início das listas. No entanto, os motivos principais, como falta de respeito mútuo e relações extraconjugais, possuem relação indireta com o modo como o dinheiro é gerenciado no lar.

A dificuldade na manutenção de um padrão mínimo de conforto para a família pode levar as pessoas a estados depressivos,  crônicos inclusive, que podem evoluir para quadros mais severos.

Uma família que precisa lidar com uma redução brusca de um padrão de vida que era confortável, é outro exemplo gerador dos mais variados conflitos familiares, que podem se estender para outras esferas da vida, como a profissional.

Os benefícios (duradouros) de uma vida financeira equilibrada

Se por um lado, os cenários descritos são tristes e doloridos, temos também o outro lado dessa história, que é repleta de alegrias e experiências positivas que o dinheiro pode oferecer.

Pessoas bem preparadas, psicologicamente e tecnicamente, têm muito mais condições de utilizarem o dinheiro que ganham ao seu favor, não apenas para alcançar os objetivos pessoais, mas também para estar à frente de projetos que beneficiam outras pessoas.

Elas conseguem direcionar bem suas vidas profissionais, para gerarem valor para a sociedade, recebendo mais recursos financeiros por isso. Como consomem de forma responsável, sabendo diferenciar os desejos das necessidades, elas conseguem poupar e viver bem.

Essas pessoas educadas financeiramente, conhecem bem o mercado financeiro e o mundo dos negócios. Elas multiplicam esse dinheiro poupado de maneira constante e com eficácia.

Com o crescimento patrimonial, elas têm condições de realizarem seus objetivos de curto, médio e longo prazos, desde prover conforto e boa educação familiar, até criar empresas e auxiliar no enriquecimento da nação.

E aquelas pessoas que possuem um estilo de vida frugal, aplicando os mesmos conceitos, mantém seus objetivos de uma vida simples, porém equilibrada, onde podem utilizar melhor o seu tempo para desenvolver os projetos que fazem sentido para elas.

Texto Original Aqui.

Um mundo sem lixo é possível?

Para responder a esta pergunta, nós precisamos, primeiro, entender o que é lixo. Ora, pois, como se diz em Portugal, vamos lá. Por muito tempo, a palavra lixo era usada para descrever as sobras de atividades humanas que eram consideradas inúteis ou sem valor. Mas se olharmos para os resíduos que geramos em casa todos os dias, logo percebemos que isso não é bem verdade.

Quer desenvolver mais sobre o conceito do Lixo Zero? Então inscreva-se na nossa oficina!

Considerando que mais ou menos metade do produzido é orgânico (restos de alimentos) e quase todo o restante é material reciclável, o que sobra, afinal, não tem nada de lixo. Muito pelo contrário: são recursos valiosos que podem ser transformados, gerando renda para famílias, movimentando a economia, preservando ambientes e diminuindo a pressão sobre os bens naturais.

Isso acontece porque o que é orgânico pode ser compostado, virando adubo e gerando biofertilizante, e o que é de vidro, plástico, papel, metal ou de combinações destes elementos pode voltar para a cadeia produtiva por meio da reciclagem ou reutilização, formando novos produtos. Então, respondendo à pergunta, sim, é possível um mundo sem lixo!

Rejeitos, recicláveis e orgânicos

O conceito lixo zero (zero waste, em inglês – desperdício zero) surgiu na década de 1970 na indústria química. Desde então, espalhou-se para outros setores da sociedade em todo o mundo.

No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/2010, diz que recicláveis e orgânicos são considerados resíduos sólidos, termo que indica potencial de reaproveitamento ou tratamento. Ou seja, não é lixo. Rejeito é o resíduo sólido que não pode ser reaproveitado ou tratado porque ainda não existe tecnologia para tal ou porque não é economicamente viável. Na prática, este é o único de todos os resíduos gerados que deveria ir para o aterro sanitário ou industrial.

Quando se diz lixo zero, entende-se que não existe lixo, pois os resíduos orgânicos e recicláveis são, na verdade, recursos valiosos. Mas mesmo assim, acontece de gerarmos lixo no dia a dia. Isso porque, quando misturamos todos estes materiais, acabamos impossibilitando, ou no mínimo, dificultando a reutilização ou reciclagem.

O conceito lixo zero, portanto, refere-se à separação correta dos resíduos (com a higienização devida), à destinação adequada (o que é orgânico, compostagem; recicláveis, reciclagem ou reuso) e o máximo reaproveitamento, reduzindo o que é encaminhado para os aterros sanitários.

Quando evitamos usar aquilo que é considerado rejeito, acabamos não enviando nada para o aterro. Assim, não geramos lixo.

Lixo zero na prática

O que ajuda muito no processo de tornar-se lixo zero é compreender que não existe “jogar fora”, pois tudo continua dentro do planeta. Depois que você experimenta a liberdade de viver e consumir conscientemente, sem prejudicar a nossa grande casa e sua bela biodiversidade (da qual somos parte!), well, baby, o negócio só melhora.

Você começa levando sua própria sacola ecológica para as compras e quando vê, já não vive mais sem uma composteira ou minhocário e não sai de casa sem sua própria garrafa permanente, guardanapo de pano e potes para compras a granel, entre muitas outras atitudes em prol do lixo zero.

A adoção de uma vida lixo zero passa por todos os setores do nosso cotidiano e nos permite fazer tudo que já fazemos, mas sem produzir lixo ou, então, gerando o mínimo de resíduos possível. Higiene pessoal, limpeza da casa, alimentação em casa e na rua, viagens e tudo o mais entram na festa.

Para nos ajudar no dia a dia, contamos com a família dos Rs, importantes aliados do conceito lixo zero: recusar o que pode gerar lixo, reduzir, reutilizar, reparar, reintegrar à natureza pela compostagem e reciclar. De ação em ação, vamos diminuindo nosso impacto negativo sobre o planeta e incentivando outras pessoas a mudar de hábitos, sem precisar se mudar para o meio do mato para preservar o ambiente.

Na oficina “Como ser lixo zero na prática”, vamos mostrar atitudes simples e práticas que vão revolucionar a maneira como você vê o mundo e se relaciona com ele, além de dar dicas de como fazer este processo de forma autônoma na sua vida, aprendendo a identificar pontos de melhoria e buscar soluções.  

Texto enviado pela Letícia Klein, Jornalista e técnica em meio ambiente na FAEMA.

Por que meu certificado não me certifica?

Já parou para pensar porque você está cursando uma formação de nível superior ? A carreira e a vida que você almeja necessariamente passam pelo ensino tradicional ?

Destaque importante! Dia 09 de Junho faremos um encontro para falar sobre esse assunto. Bora participar? Inscrições aqui!

Quando pensamos nas pessoas que no último século fizeram história, seus feitos e descobertas mudaram a nossa vida e o modo como vemos o mundo e sociedade, que conhecimentos essas pessoas tiveram? Que tipo de formação buscaram?

Nem todas essas pessoas passaram pela formação tradicional, mas todos tiveram conhecimentos que chamamos de habilidades sociais. Conhecimentos não ensinados nas graduações. Quando buscamos uma graduação, por exemplos, entendemos que ao sairmos de lá teremos aprendido o necessário para atuarmos na área. Porém o que nos é ensinado são os conhecimentos básicos e técnicos da área, não as competências para ser um profissional da área. Por exemplo, temos vários trabalhos em grupo na graduação, porém de fato, não aprendemos trabalhar em equipe. Nos é solicitado apresentar seminários, porém nossa comunicação nem sempre é eficaz, então de fato, não desenvolvemos estas competências na universidade.

Na metamorfose da sociedade atual, percebemos que não podemos ficar parados, que é preciso buscar cada vez mais conhecimentos, habilidades, competências, experiências e assim, desenvolvermos um número cada vez maior de competências. Mas você já se perguntou qual o sentido disso para sua vida? Para a carreira que você está almejando?

Estamos em um momento da história em que o acesso à educação superior está se tornando mais facilitado, assim, observamos mais pessoas ingressando no ensino superior tradicional. Observamos também um número crescente de pessoas formadas e não atuantes de sua área de formação. O que isso tem a nos dizer?

Simples, que ter um diploma, um canudo, não significa mais “um diferencial” como era nos tempos passados, hoje, ter uma graduação e até uma pós-graduação, dependendo da área em que você busca atuar, infelizmente ou felizmente, não terá um grande impacto. Isso se justifica pelo fato que, o conhecimento que é passado / exposto nas aulas de uma formação tradicional nem sempre estão alinhadas ao conhecimento exigido no mundo do trabalho, entende-se aqui, tanto para quem quer trabalhar em uma empresa, quanto quem quer empreender seu próprio negócio. E isso faz com que as pessoas ao terminarem uma graduação sintam-se perdidas e sem conhecimento necessário para iniciar sua vida profissional na área de formação. Há ainda os que não concluem a graduação e buscam fora das salas de aula os conhecimentos e experiências exigidas “aqui fora”.

No gráfico abaixo podemos observar com mais clareza que o que ocorre aqui no Brasil, ocorre também nos demais países.

 

Tá, então tu quer dizer que eu não devo fazer uma faculdade?

Não, de forma alguma, o que iremos discutir nessa roda de conversa é justamente que, você precisar definir o que você busca numa formação, pois se você quer ser médico, você precisa da graduação em medicina, mas se você quer atuar com qualidade de vida e saúde, não necessariamente você precisa. Então você precisará buscar outros conhecimentos e experiências que te capacitem para atuar na área almejada.

Ter um diploma, atualmente, não diz mais nada. Você precisa mostrar a que veio, o que você quer e como vai tornar realidade. E isso um diploma não faz por você.

Queremos ouvir o que você tem a dizer sobre este tema e juntos conversaremos sobre quais são as nossas possibilidades diante deste novo cenário que se apresenta, entender se o foco de carreira está atrelado ao ensino superior tradicional, agir na tomada de decisão para ter o futuro em suas mãos e não nas mãos do mercado 😉

 


Por – Priscila Casagrande e Analucia Campos.

Você é a média das cinco pessoas com quem passa mais tempo

 

Já ouviu dizer que aves da mesma plumagem voam juntos ou algo semelhante?
Pois então, isso tem relação com o que Jack Canfield prega de que:

“Você é o resultado das 5 pessoas que mais convive”

Quantas vezes não chegamos com aquela ideia totalmente revolucionária, que tínhamos certeza que seria a coisa mais legal da vida, e um amigo nos joga pra baixo? Faz você ficar com medo de tomar determinada decisão? Zombam de você quando conta que vai começar a correr na segunda-feira ou se matricular na academia e no fim você mesmo até desiste!

Ou outras vezes, você conta para aquele seu amigo que precisava perder uns quilinhos e recebe uma bela ajuda para mudar para seguir adiante?

Somos diretamente influenciados pelas opiniões, pontos de vistas e atitudes de quem convivemos e escolhemos conviver. E obviamente, quanto mais próximos, maior a influência.

Você pode começar escolhendo as pessoas que vão te influenciar ou seja ,as pessoas que vão passar a maior parte do tempo com você.Agora você deve fazer suas escolhas .Vai querer ser igual a elas na vida profissional ? Familiar ? Ou vai querer fazer melhor ?

Escolha quem você quer ser e procure andar com as pessoas que possuem conteúdo para que seja possível absorver conhecimentos e traçar caminhos em comum. Esteja sempre disposto a aprender mais e aprender com quem já chegou onde você almeja!


Marcela Eduarda, coach especializada em comportamento feminino, irá abordar esse e mais temas a respeito do empoderamento da mulher nos dias 1, 2 e 3 de Julho, aqui na isCool.

 

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