Turma da Univali participa de um diálogo sobre mercado de trabalho e educação aqui na isCool

Os 10 aplicativos mais usados por empreendedores de Marketing Digital

A cada dia cresce o número de pessoas que utilizam pelo menos um aplicativo para ajudá-lo a gerenciar o seu negócio. As ofertas são inúmeras. E o melhor: sem pagar nada por isso. O Digitais do Marketing entrevistou alguns empreendedores do ramo de Marketing Digital para saber sobre quais são os aplicativos que eles mais utilizam no seu dia-a-dia.  São desde apps para gestão das contas até para cadastro de pedidos e para comunicação com a equipe. Todos os aplicativos indicados são gratuitos ou possuem alguma forma gratuita de uso. Nas versões pagas, alguns aplicativos são precificados em dólar e outros em reais (caso a empresa já tenha operações personalizadas para o Brasil).

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1 – Asana

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O objetivo desta plataforma é que os gestores consigam visualizar os projetos por meio das tarefas e do seu andamento e, assim, gerir o negócio por meio de conversas coletivas e privadas através de uma interface que integre todas as ações descritas.

Yuri Moreno, diretor de Marketing da Epicfy, utiliza o Asana para gerenciar o trabalho remoto de parte de sua equipe que trabalha em cidades e até países diferentes. “O Asana é um dos softwares para gestão de projetos mais intuitivos e flexíveis que já usei. Ainda não encontrei nenhum processo dentro dos meus projetos que não consegui adaptar ao sistema”.

O Asana possui tanto a versão gratuita quanto a versão Premium. A ferramenta está disponível para desktop, Android e iOS.

2 – Canva

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Por ser muito visual e de fácil compreensão, o Canva é uma ferramenta muito prática. É uma das ferramentas de criação de conteúdos gráficos mais simples de utilizar, até para quem não domina o Photoshop.

“Canva é um aplicativo incrível para editar imagens para as redes sociais e para os posts do blog. A versão gratuita já é muito boa e completa, mas na versão paga a opção Magic Resizete ajuda a economizar muito tempo, pois cria a imagem nos diferentes formatos das redes sociais que você selecionar”, conta Helena Sordili, sócia do Carranca Design e blogueira.

O Canva possui tanto a versão gratuita como paga. A ferramenta está disponível para desktop, Android e iOS.

3 – Evernote

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Com o Evernote é possível escrever e armazenar notas de diversos assuntos, em formatos como texto, áudio e foto. Você ainda pode acessá-lo em diversos dispositivos e compartilhar com quem desejar. Muito empreendedores usam o Evernote por conta de proteção de informações e de compartilhamento. O Evernote possui os planos Basic (gratuito), Plus, Premium e Business. Há a versão para desktop, para Android e para iOS.

4 – Followers para Instagram

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Além de usar o Instagram para divulgar o seu negócio, é preciso ficar atento em como anda a presença de sua empresa ou marca nesta rede. O Followers for Instagram serve para conseguir acessar dados sobre quem deixou de seguir o perfil da sua empresa, quantas pessoas estão engajadas com sua marca e quais postagens deram mais certo. O Followers for Instagram está disponível apenas para iOS. Ele é gratuito, mas há recursos pagos dentro do aplicativo.

5 – Hootsuite

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O Hootsuite é uma ferramenta que permite o agendamento em massa de posts nas redes sociais. Através dele é possível gerenciar na mesma tela os posts no Facebook, no Instagram e no Twitter, por exemplo, além de seguir as estatísticas de audiência de cada página e perfil. A ferramenta é gratuita para gestão de até três contas. Além da versão para desktop, há versões para Android e para iOS.

6 – Lookback

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O Lookback é uma ferramenta onde é possível gravar as interações que os consumidores fazem com o seu produto, como toques na tela, cliques e comandos de voz usados. É possível analisar esses dados coletados e montar uma imagem de como é a experiência do usuário. O Lookback é gratuito e pode ser usado no desktop e em smartphones com Android e com iOS.

7 – Qipu

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Qipu é uma ferramenta que ajuda a controlar as obrigações das microempresas, enviando alertas sobre contribuições fiscais, sobre a arrecadação do microempreendedor ou sobre os benefícios a que ele tem direito. O aplicativo é gratuito e está disponível para Android, para iOS e para Windows Phone, além da versão web.

8 – Slack

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O Slack permite conversar por canais (grupos com várias pessoas) ou enviar mensagens privadas. Existe uma versão gratuita, mas os planos pagos vêm acompanhados de um histórico completo da conta, com backup de textos e arquivos. Na opção gratuita a possibilidade de criar categorias de backup de arquivos importantes é limitada.

“Com o Slack tenho certeza de que todos as comunicações importantes com meus clientes e equipe vão estar em um lugar só, ao invés de ficar procurando em diversos sistemas e ferramentas de integração como bots e alertas concentram as informações relevantes de plataformas externas dentro dos nossos canais do Slack”, conta Yuri Moreno, sócio e diretor de Marketing da Epicfy.

O Slack possui uma versão gratuita e paga. Está disponível para Android, para iOS, além da versão web.

9 – Trello

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O Trello é um visualizador de listas com um belo visual. Por meio de cartões você pode dividir as áreas de um projeto e acompanhar o progresso de cada um dos setores. Jogando os cartões de um lado para outro, é possível atualizar instantaneamente o progresso de cada tarefa.

“O Trello é uma ferramenta fácil de usar, bastante prática e me ajuda na organização de projetos e tarefas. Além disso, posso compartilhar e dar acesso a outras pessoas da equipe ou clientes. Também uso como ferramenta para guardar arquivos, ideias, roteiros e textos”,  explica Heloísa Zambianco, empreendedora da empresa Marketing & Consultoria Digital.

O Trello possui três planos: o gratuito, o Business Class e o Enterprise. Há a versão para desktop, para Android e para iOS.

10 – ZeroPaper

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O ZeroPaper é um gerenciador financeiro empresarial e o ajuda a organizar seu fluxo de caixa, tudo sem precisar gastar papel.  Basta criar uma conta no site do serviço e inserir dados sobre sua atual situação financeira. Com a inclusão das informações, o ZeroPaper classificará seus gastos por categorias, criando um histórico de orçamento pessoal ou de seu negócio. A partir daí será possível comparar a rotina de gastos mensal ou anualmente, facilitando a tomada de decisões para melhorias imediatas ou futuras.

“Com o ZeroPaper consigo ter uma visão bem detalhada de todas as despesas e receitas da empresa, tanto do passado quanto do futuro. Com isso, consigo saber exatamente o quanto estamos gastando, quanto temos em caixa, quanto vamos ter daqui a um mês, três meses ou um ano. Então, eu fico tranquilo que as contas estão em dia para poder focar na operação da empresa”, explica Rômulo Gomes Nunes, sócio e CEO da Epicfy.

ZeroPaper é gratuito e pode ser usado no desktop e em smartphones com Android e com iOS.

Fonte: Digitais do Marketing.

 

Ensino, logo aprendo. Compartilhe o que você sabe, mesmo não sendo um especialista

Uma vez me perguntaram se o modelo de educação que a isCool promove tem de fato algum valor. Primeiramente eu fiquei um pouco assustado porque, acima de tudo, eu não sou pedagogo e isso me limita um pouco para responder esses tipos de questionamentos mais técnicos ou setoriais.

Mas ao mesmo tempo, percebo que a resposta para essa pergunta pode ser feita de várias maneiras, todas justificando os desafios que o modelo proporciona ao mesmo tempo enfatizando sobre os benefícios que ele promove para os outros.

Resumindo, é o seguinte: sim, eu aposto nesse modelo! Eu simplesmente acredito que a educação ela pode ser muito mais simples e direta comparada ao modelo tradicional que temos desde a infância. E entendendo essa lógica, uma forma de permitir que a educação vire algo mais acessível para as pessoas e descentralizar a responsabilidade de alguns agentes sociais importantes na sociedade (professores e políticos, por exemplo) e emponderar pessoas comuns e dizer que elas, também, tem esse dever de compartilhar conhecimentos com outras pessoas.

Ou seja: não é só um professor ou um político que são responsáveis por um país melhor por meio da educação. Nós, como cidadãos, também temos esse dever e nada mais justo do que assumir essa bronca com eles.

E quando você vê uma ‘pessoa normal’ assumindo o papel de um professor em frente a uma turma de 20 ou 30 pessoas, é porque você entende que a educação simples e acessível é muito possível de realizar.

Assim, reforço a minha crença que sim, o modelo da isCool faz muito sentido. Pelo menos para mim.

Mas se eu não sou um especialista, por que eu deveria ensinar alguém?

Primeiro, você não precisa ser um especialista para compartilhar seus conhecimentos com alguém. Até porque, se pararmos para pensar nessa lógica, há muitos especialistas dentro de uma Universidade e ainda assim, esses ambientes não são perfeitos. Seja pela didática mal feita, pelo salário mal pago ou pela estrutura precária, o fato do professor ser especialista não garante nada – por mais que possa ajudar bastante.

Assim, toda vez que alguém vem compartilhar algum conhecimento com a isCool, a gente fala o seguinte: “cara, não importa o que você sabe e o quanto isso pode ser importante para alguém, uma vez que você tem sangue no olho e vontade de impactar as pessoas, nosso papel é fazer isso acontecer. Não julgamos conhecimento, mas trabalhos a força de vontade.” Tá, ok. Não é exatamente nessas palavras, mas essa é a mensagem.

Uma sugestão bem interessante para quebrar essa pira é entender o que Sean McCabe, um letrista e designer tipográfico que construiu uma comunidade de milhares de pessoas, disse uma vez:

“Não se precisa ter uma audiência para ensinar, e nem se precisa ser um especialista. Se constroi uma audiência e se é visto como um especialista AO ensinar.”

— Sean McCabe, (@seanwes) 9 de junho de 2014

O cara que cria sua audiência desenvolvendo experiências de educação se torna uma referência mais rápido do que aquele que espera a excelência como um ponta pé inicial. Ora, eu mesmo já realizei 5 workshops pela isCool (e to montando outro) para falar de empreendedorismo e o máximo de empreendedorismo que eu cheguei foi presidir uma ONG na minha cidade até criar a isCool de fato.

Ou seja, eu não precisei ter um status de grande sucesso para ajudar outras pessoas. Eu entendi que o meu conhecimento poderia ajudar pessoas que ainda estavam aprendendo sobre empreender e montei uma apresentação para ela. Logo, fui me tornando uma referência para elas e as coisas foram tomando proporções maiores – inclusive surgindo convites para palestras e TEDx. Do caralho!

Não há problema em não saber todas as respostas, e tudo bem cometer erros. Ao vermos o processo sob a perspectiva de “compartilhar o que se sabe” isso abre o espaço para que nos sintamos confortáveis para errar, mudar de opinião e compartilhar o conhecimento no contexto da própria experiência. Não torna o processo em nada menos valioso para os “alunos”, mas pode ser mais fácil começar encarando assim.

Ensino, logo Aprendo

Meu, frase baita clichê, e não sei o que. Mas cara, faz todo o sentido. E faz ainda mais sentido quando a gente coloca essa frase em baixo da nossa logo. Genial! Essa ideia faz a gente acreditar ainda mais no que fazemos e não é só a gente que pensa assim.

Essa pesquisa mostrou que quando explicamos algo, entendemos melhor nós mesmos. O processo de ensinar ajuda a reconhecer falhas em nossa própria compreensão e a organizar melhor a informação em nossas mentes.

Também assimilamos melhor as informações novas quando estamos cientes de que as estaremos ensinando no futuro. Isso parece ocorrer por que é uma forma diferente de focar o material de aprendizado. Sabemos que precisamos prestar atenção aos pontos mais importantes e organizá-los em nossas mentes quando precisamos ensinar aquilo a alguém.

Na isCool, acreditamos que você aprende ensinando tanto quanto quem apenas aprende. E isso é o nosso maior propósito. A partir do momento que você está exposto a um desenvolvimento a partir do seu próprio conhecimento, chegou a hora de colocar tudo isso para fora!

E não precisa ser somente com a gente não, fica frio. Explore outras perspectivas. Mesmo que você tenha uma audiência de zero pessoas, comece o blog, o podcast ou a criar vídeos para compartilhar os conhecimentos que você está aprendendo. Você colherá os benefícios em seu próprio processo de aprendizado, não importa se você já está ajudando os outros ou não.

E por fim, ensinar te faz virar uma referência de acordo com a audiência que você constrói além da dedicação que você deposita nos conteúdos que você desenvolve. O reflexo pode ser imenso, inclusive na sua marca comercial.

Quando você cria conteúdo útil em termos práticos, isso o ajuda a consolidar uma audiência melhor do que qualquer outro tipo de conteúdo.

Como James Clear já apontou, pessoas bem sucedidas começam antes de se sentir prontas. Ensinar não é exceção.

Não se preocupe com ter atingido o status de “especialista”, ou com o tamanho de sua plateia. Coloque o foco no que já aprendeu, e no que está aprendendo agora, e em como seria possível compartilhar essas lições de forma a ajudar os outros. Pode ser útil imaginar que se está ensinando a si mesmo no passado, antes de se ter aprendido tudo isso.

Comece a compartilhar o que sabe. E não esqueça que sempre há alguém que sabe menos que você. Vá ajudá-los. Conhecimento só tem valor se for compartilhado.

O resto é resto.

Rodrigo Oneda Pacheco
Diretor de Mim Mesmo na isCool